quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Vida com e sem Deus

 VIDA SEM DEUS
Cena 1

Cena 2

Cena 3

Cena 4

Cena 5

Cena 6

Cena 7

Cena 8

Cena 9

Cena 10

Cena 11

Cena 12

Cena 13

Cena 14

Cena 15

Cena 16

Cena 17


A Vida com Deus...

Cena 20

Cena 21

"Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim." (João 14.6)

sábado, 24 de setembro de 2011

E você já "quebrou a cara"?

Uma vez um jovem achou que já sabia tudo,
achou que não precisava de mais ninguém.
Um dia esse jovem pensou que poderia se cuidar,
ele pensou que poderia ir e vir quando quisesse perante Deus.
Também pensou que podia fazer o que quisesse, 
pois já que dava certo com todos e havia sempre um Deus "perdoador"
ele deveria também errar.
Pensou que era facil cair e se levantar sozinho. 
pensou que nunca precisaria de ninguém, 
achou que já que tinha errado, deveria continuar errando.
Mas quando caiu em si viu que nao era tudo tao facil assim,
viu que precisava de Deus. Mas nao conseguia, nao sabia como voltar.
Mas um dia em meio a tanta dor, desespero e solidão, Deus lhe enviou alguém para lhe ajudar na caminhada. Esse alguem o consolidou, discipulou e está preparando para o enviar para fazer o mesmo com outros...
Esqueceu o que disse Jesus: "Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer." João 15.5
Enfim, atraves dessa situação ele cresceu, amadureceu e hoje já sabe em qual caminho deve andar.

Não sei se você que está lendo entendeu alguma coisa. Na realidade sei que está meio confuso e vago.
Mas quero trazer a você que Deus é poderoso, nós nao merecemos Seu grande amor, zelo, sua salvação. Mas mesmo assim, nós sendo fracos e pecadores Deus nos ama. As vezes achamos que somos alguma coisa, mas na hora do "vamos ver" vemos que nao somos nada sem Ele, nada mesmo.
As vezes "quebramos" a cara, mas Deus com seu poder e amor vem nos ajuda, cura, perdoa, restaura, ensina. Aprendi que toda e qualquer situação  nos traz uma lição. Em tudo que passo tento ver qual é. O que você tem visto em meio as suas? Se esse jovem não tivesse passado por isso talvez ficaria o resto da vida vivendo em "meninice" na presença do Todo-Poderoso. Mas atraves do que ele passou, ele cresceu, veio a ser homem, ter maturidade espiritual e assim ser melhor, melhor do que antes.
Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória mui excelente. II Corintios 4.17
Deus te abençõe!


quinta-feira, 22 de setembro de 2011

A honestidade




Conta-se que, por volta do ano 250 a.C, na China antiga, um príncipe da região norte do País estava às vésperas de ser coroado Imperador, mas, de acordo com a lei, deveria se casar. Sabendo disso, resolveu fazer uma disputa entre as moças da corte, inclusive quem quer que se achasse digna de sua proposta que não pertencesse à corte.
     No dia seguinte, o príncipe anunciou que receberia, numa celebração especial, todas as pretendentes e apresentaria um desafio. Uma velha senhora, serva do palácio há muitos anos, ouvindo os comentários sobre os preparativos, sentiu uma leve tristeza, pois sabia que sua jovem filha nutria um sentimento de profundo amor pelo príncipe.
     Ao chegar à casa e relatar o fato à jovem filha, espantou-se ao saber que ela já sabia sobre o dasafio e que pretendia ir à celebração.
     Então, indagou incrédula: — Minha filha, o que você fará lá? Estarão presentes todas as mais belas e ricas moças da corte. Tire esta idéia insensata da cabeça. Eu sei que você deve estar sofrendo, mas não transforme o sofrimento em loucura.
     A filha respondeu: — Não, querida mãe. Não estou sofrendo e muito menos louca. Eu sei perfeitamente que jamais poderei ser a escolhida. Mas é minha única oportunidade de ficar, pelo menos alguns momentos, perto do príncipe. Isto já me torna feliz.
     À noite, a jovem chegou ao palácio. Lá estavam, de fato, todas as mais belas moças com as mais belas roupas, com as mais belas jóias e com as mais determinadas intenções. Então, inicialmente, o príncipe anunciou o desafio: — Darei a cada uma de vocês uma semente. Aquela que, dentro de seis meses, me trouxer a mais bela flor, será escolhida minha esposa e futura Imperatriz da China.
     A proposta do príncipe não fugiu às profundas tradições daquele povo, que valorizava muito a especialidade decultivar algo, sejam relacionamentos, costumes ou amizades.
     O tempo foi passando. E a doce jovem, como não tinha muita habilidade nas artes da jardinagem, cuidava com muita paciência e ternura a sua semente, pois sabia que se a beleza da flor surgisse na mesma extensão de seu amor, ela não precisaria se preocupar com o resultado.
     Passaram-se três meses e nada surgiu. A jovem tudo tentara. Usara de todos os métodos que conhecia, mas nada havia nascido. Dia após dia ela percebia cada vez mais longe o seu sonho; mas cada vez mais profundo o seu amor. Por fim, os seis meses haviam passado e nada havia brotado. Consciente do seu esforço e da sua dedicação, a moça comunicou à mãe que, independentemente das circunstâncias, retornaria ao palácio na data e na hora combinadas, pois não pretendia nada além de mais alguns momentos na companhia do príncipe.
     Na hora marcada estava lá, com seu vaso vazio, bem como todas as outras pretendentes. Mas, cada jovem com uma flor mais bela do que a outra, das mais variadas formas e cores. Ela estava admirada. Nunca havia presenciado tão bela cena.
     Finalmente, chega o momento esperado e o príncipe passa a observar cada uma das pretendentes com muito cuidado e atenção. Após passar por todas, uma a uma, ele anunciou o resultado, indicando a bela jovem que não levara nenhuma flor como sua futura esposa. As pessoas presentes na corte tiveram as mais inesperadas reações. Ninguém compreendeu porque o príncipe havia escolhido justamente aquela que nada havia cultivado.
     Então, calmamente o príncipe esclareceu: — Esta foi a única que cultivou a flor que a tornou digna de se tornar uma Imperatriz. A flor da Honestidade. Pois, todas as sementes que entreguei eram estéreis.

Por que as pessoas sofrem?


 

— Vó, por que as pessoas sofrem?
     — Como é, minha neta?
     — Por que as pessoas grandes vivem bravas, irritadas, sempre preocupadas com alguma coisa?
     — Bem, minha filha, muitas vezes porque elas foram ensinadas a viver assim.
     —Vó...
     —Oi...
     — Como é que as pessoas podem ser ensinadas a viver mal? Não consigo entender. Na minha escola a professora só me ensina coisas boas.
     — É que elas não percebem que foram convencidas a ser infelizes, e não conseguem mudar o que as torna assim. Você não está entendendo, não é, meu amor?
     —Não, Vovó.
     — Você lembra da estorinha do Patinho Feio?
     — Lembro.
     — Então... o Patinho se considerava feio porque era diferente. Isso o deixava muito infeliz e perturbado. Tão infeliz, que um dia resolveu ir embora e viver sozinho. Só que o lago que ele procurou para nadar havia congelado e estava muito frio. Quando ele olhou para o seu reflexo no lago, percebeu que ele era, na verdade, um maravilhoso cisne. E, assim, se juntou aos seus iguais e viveu feliz para sempre.
     — O que isso tem a ver com a tristeza das pessoas?
     — Bem, quando nascemos, somos separados de nossa Natureza-cisne. Ficamos, como patinhos, tentando aceitar o que os outros dizem que está certo. Então, passamos muito tempo tentando virar patos.
     — É por isso que as pessoas grandes estão sempre irritadas?
     — É por isso! Viu como você é esperta?
     — Então, é só a gente perceber que é cisne que tudo dará certo?
     — Na verdade, minha filha, encontrar o nosso verdadeiro espelho não é tão fácil assim. Você lembra o que o cisnezinho precisava fazer para poder se enxergar?
     —O que?
     — Ele primeiro precisou parar de tentar ser um pato. Isso significa parar de tentar ser quem a gente não é. Depois, ele aceitou ficar um tempo sozinho para se encontrar.
     — Por isso ele passou muito frio, não é, vovó?
     — Passou frio, fome e ficou sozinho no inverno.
     — É por isso que o papai anda tão sozinho e bravo?
     — Não entendi, minha filha?
     — Meu pai está sempre bravo, sempre quieto com a música e a televisão dele. Outro dia ele estava chorando no banheiro...
     — Vó, o papai é um cisne que pensa que é um pato?
     — Todos nós somos, querida. Em parte.
     — Ele vai descobrir quem ele é de verdade?
     — Vai, minha filha, vai. Mas, quando estamos no inverno, não podemos desistir, nem esperar que o espelho venha até nós. Temos que exercer a humildade e procurar ajuda até encontrarmos.
     — E aí viramos cisnes?
     — Nós já somos cisnes. Apenas temos que deixar que o cisne venha para fora e tenha espaço para viver e para se manifestar.
     — Aonde você vai?
     — Vou contar para o papai o cisne bonito que ele é!
     A boa vovó apenas sorriu!